sexta-feira, 2 de outubro de 2015

JAMBOREE ON THE AIR AND ON THE INTERNET 2015

 
O JOTA/JOTI - é o maior evento Escutista em todo o mundo.
Em 2014 foram mais de 1,3 milhões de escuteiros de 157 países que participaram.
O evento é realizado na terceira semana de outubro; para 2015,
o Jamboree tem lugar no dia 16, 17 e 18 de Outubro.
 
 
 
Não fiques em casa, vem juntar-Te a Nós,
na Quinta do Escuteiro, na Batalha.
P A R T I C I P A!!
 


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Jota - Joti de 2015 já mexe.... na QE da Batalha

 
 
Em ano de comemoração dos 90 anos do Escutismo na Região de Leiria/Fátima...
  
o Núcleo da Marinha Grande vai lá estar.
 
 


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Escuteiros Adultos da Marinha Grande com nova Direcção


No passado domingo o Núcleo da Marinha Grande da FNA 
realizou a sua Actividade anual de reflexão "À Sombra do Castanheiro". 
Este ano simultaneamente procedeu-se à eleição da nova Direcção de Núcleo, 
cuja composição é a seguinte: 

- Presidente: João Luís Sobreira
- Vice Presidente: Simão Frederico Gomes
- Secretário: Jorge Humberto Gomes

Parabéns à nova equipa! Felicidades e...Boa caça!! —

segunda-feira, 20 de abril de 2015

EN' FORMA 2015 na Marinha Grande

Decorreu no passado sábado, na Marinha Grande, mais um Encontro Nacional de Formadores da Fraternidade Nuno Álvares.
Desta feita, em instalações cedidas pela ADESERII - IPSS.
 
Os trabalhos serviram essencialmente para se rever e redistribuir tarefas,   reorganizar o Quadro Nacional de Formadores, dar a conhecer um pouco do que será o Curso de Animação da Fé e para se dar a conhecer, aos Formadores presentes, a nova ferramenta de trabalho
(plataforma informática), que os irá ligar e ajudar,
na árdua tarefa de formar os atuais e futuros Escuteiros Adultos.  

segunda-feira, 2 de março de 2015

8º Aniversário do Núcleo da Marinha Grande



 
O Núcleo da Marinha Grande assinala hoje o seu oitavo aniversário com a participação na Celebração Eucarística na Igreja Paroquial da Cidade, pelas 19h00.
Seguindo-se um jantar/convívio, no Restaurante "A Marmita", pelas 20h00.
Toda a comunidade escutista está convidada, amigos e demais a se juntarem a nós. 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Reflexão sobre a família

D. António apela à Diocese para participar 

na reflexão sobre a família em ordem ao 

Sínodo dos Bispos de 2015

 
Caros diocesanos,
 
O Papa Francisco tornou público o relatório sinodal da assembleia realizada em Roma no passado mês de outubro e decidiu que o mesmo servisse de documento preparatório para a XIV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre o tema A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo, a realizar de 4 a 25 de outubro deste ano. É desejo do Papa que as Igrejas locais participem nesta reflexão, amadurecendo, “com verdadeiro discernimento espiritual, as ideias propostas”, em ordem a “encontrar soluções concretas para tantas dificuldades e os inúmeros desafios que as famílias devem enfrentar”.
 
Correspondendo ao desejo do Papa, apelo a toda a Diocese de Leiria-Fátima para que se empenhe na reflexão pedida. Nesse sentido, o documento com as questões é colocado no sítio da Diocese, para que as pessoas possam ter acesso a ele e, se o desejarem, de modo pessoal ou em grupo, poderem responder no todo ou em parte, indicando sempre o número da questão. Nesta reflexão devem participar também, como lhes for possível, as comunidades de vida consagrada, os movimentos e as associações de fiéis.
 
Para a reflexão mais organizada, o Departamento de Pastoral Familiar vai enviar instruções aos párocos para a promoverem nos seus conselhos pastorais e a fazerem eles próprios. Nos conselhos diocesanos (vigários, pastoral, presbiteral e de coordenação pastoral) a mesma reflexão será incluída nas agendas das respetivas reuniões.
 
As respostas às questões deverão ser enviadas até ao dia 28 de fevereiro, para o email: pastoralfamiliarleiria@gmail.com Espero uma boa participação da Diocese e o empenho de todos na oração pelo bom êxito dos trabalhos do Sínodo.
 
Leiria, 13 de janeiro de 2015
† António Marto, Bispo de Leiria-Fátima

Nota: pode descarregar aqui o documento em  texto ou em pdf

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O lançar de um desafio


 
Neste ano em que assinalamos 60 anos de existência,
há que aproveitar todas as plataformas disponíveis
para lançar um forte desafio a todos os
que no passado foram escuteiros.
 
Porque não manter vivo o ideal escutista,
na vivência da Fé e do Humanismo Cristão,
no serviço voluntário ao próximo,
bem como na proteção da Natureza e do Ambiente, 
mas agora como Adulto?
 
Vem e junta-te a nós.
 
Somos uma Associação que procura
desenvolver junto dos seus Associados
a prática de Escutismo Adulto,
à luz da Lei e dos Princípios do Escutismo Católico. 

Somos a Fraternidade Nuno Álvares (FNA),
uma Associação privada de fiéis
que goza de personalidade jurídica,
de âmbito Nacional, sem fins lucrativos,
que se rege pelos Estatutos
e pelas normas canónicas vigentes, sendo
constituída por antigos filiados
do Corpo Nacional de Escutas (CNE)
Escutismo Católico Português,
que deixaram o ativo nesta Associação.
 
Se dúvidas há, não hesites em procurar-Nos,
estamos num qualquer Núcleo
ou Região, perto de Ti.  
 

Mensagem do Papa Francisco - Páscoa 2015



MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA A QUARESMA DE 2015
 Fortalecei os vossos corações (Tg 5, 8)
 
Amados irmãos e irmãs,
 
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n'Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n'Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d'Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.
 
Francisco

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

SEMANA DA PRIMAVERA BIOLÓGICA

 
Estimados Amigos,
Vimos anunciar o lançamento da 5ª Edição da 'Semana da Primavera Biológica', uma iniciativa de âmbito nacional dedicada à promoção do bem-estar individual e colectivo, motivando a sociedade para a adopção de hábitos alimentares saudáveis e estilos de vida mais ecológicos e sustentáveis.
A presente edição irá decorrer entre 16 e 22 de Março e à semelhança das edições anteriores, gostaríamos que os cidadãos, escolas e municípios da tua região se unissem ao movimento Plantar Portugal e dedicassem um dia dessa semana à promoção da Agricultura Biológica.
A página oficial da Semana da Primavera Biológica é o sítio onde Escolas e Câmaras Municipais poderão publicar as actividades a realizar no âmbito desta iniciativa.
Aproveita a chegada da Primavera para iniciares o teu cantinho biológico e descobre o sabor genuíno e tradicional dos alimentos biológicos!Vamos fazer crescer as hortas, pomares e jardins biológicos de Portugal!Plantar esta ideia é colher um futuro mais saudável, ecológico e sustentável.
Os nossos agradecimentos a todos os amigos e instituições que participam na divulgação desta iniciativa.
Obrigado a todos por estarem connosco a Plantar Portugal!


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

INDABA INDUNA 2015

FNA - Direção Nacional, realiza em 17 janeiro de 2015, na Região de Leiria, localidade da Marinha Grande, mais um INDABA/INDUNA
na Sede do Núcleo da FNA, Marinha Grande.